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Quinta, 16 de setembro de 2021
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Segurança Pública

POLÊMICA: Polícia Civil e outros órgãos da segurança pública do estado podem parar a qualquer momento

As manifestações começaram nesta quarta-feira (23) e incluem a devolução ao Governo dos equipamentos acautelados aos policiais civis

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Policiais Civis e demais profissionais civis da Segurança Pública poderão paralisar suas atividades em Santa Catarina a qualquer momento. Tudo por conta, segundo o comunicado emitido nesta quarta-feira (23), do tratamento discriminatório dado pelo Governo do Estado na reforma da previdência aos Policiais Civis. 

De acordo com a nota, enquanto Policiais Militares estão fora da reforma da previdência pagando alíquota de 10,5%, com aposentadoria especial e geram déficit (saldo negativo) na previdência do Estado de quase R$ 14 milhões de reais, os Policiais Civis pagam alíquota de 14% e apresentam superavit (saldo positivo) de mais de R$ 20 milhões de reais.

Mesmo assim, ainda de acordo com o comunicado, o Governo quer retirar garantias que os Policiais Civis possuem por conta da periculosidade de suas atividades, aumentando ainda mais a alíquota de contribuição à previdência, o que agravará as perdas salariais que já acumulam mais de 45% de desvalorização. Esses profissionais estão a sete anos sem reposição salarial gerada pela inflação.
 
Os Policiais Civis acreditam que pelo fato do Governador Carlos Moisés ser militar da reserva, está praticando “protecionismo militar” relegando a Polícia Civil a “polícia de 2ª categoria”.

Um dos policiais lotados em Brusque  e que integra a diretoria da Agepol (Associação dos Agentes de Polícia de Santa Catarina) relata:

“O que estão fazendo com os policiais civis e demais integrantes do sistema público de segurança é uma vergonha. Um total descaso. Não costumo me manifestar dessa forma, mas toda população sabe o tamanho da dedicação dos profissionais de Brusque e região, o que não é diferente no resto do estado. Resumo do sentimento dos policiais neste momento é este: descaso e falta de compromisso com o proposto em campanhas eleitorais”, brada o policial.

As manifestações começaram nesta quarta-feira (23) em diversos municípios, sendo preparado, inclusive, a devolução ao Governo do Estado dos equipamentos acautelados aos policiais civis, como por exemplo: algemas, coletes balísticos e armamentos.

 

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