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Quinta, 05 de agosto de 2021
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Mundo

Nuvem gigante de poeira do deserto do Saara avança pelo oceano

A poeira saariana tende a inibir a formação de ciclones tropicais como tempestades e furacões.

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Avança pelo oceano Atlântico, em direção ao continente americano, uma grande nuvem de poeira que está vindo do deserto do Saara, no Norte da África. A situação foi detectada através de satélites.  A travessia da chamada pluma de poeira saariana é comum e costuma ocorrer, principalmente, entre os meses de junho, julho e agosto, quando ocorre o final da primavera e o início do outono no Hemisfério Norte. Mas, a nuvem do Saara traz algum reflexo a Santa Catarina?

De acordo os meteorologistas da Epagri/Ciram, a chegada da grande nuvem de poeira saariana não traz efeitos às regiões do Brasil, com exceção do Norte do país. Isso porque, conforme o meteorologista, a própria rotação da Terra impede que fenômenos que ocorrem no Hemisfério Norte “desçam” para o Hemisfério Sul.
Sendo assim, a chamada pluma de poeira do deserto fica restrita, sobretudo, à região da América do Norte e América Central, onde se mostra como uma névoa, segundo o portal de meteorologia Metsul. Essa massa de ar extremamente seca e empoeirada se forma sobre o deserto do Saara e é elevada à atmosfera através dos ventos, sendo arrastada pela parte Norte do oceano Atlântico.

A poeira saariana tende a inibir a formação de ciclones tropicais como tempestades e furacões. Isso porque um ciclone tropical precisa de um ambiente quente, úmido e calmo. A camada de partículas, que pode chegar a três quilômetros de espessura, pode inibir a visibilidade em algumas regiões.

Benefícios para a floresta amazônica
Dados coletados pela Nasa resultaram em um estudo que mostrou que a poeira do Saara é benéfica para a floresta amazônica porque contém nutrientes importantes que fertilizam o solo. A poeira levantada está carregada de fósforo, que é essencial para o crescimento das plantas. Os nutrientes, os mesmos encontrados em fertilizantes comerciais, são escassos nos solos amazônicos.

Folhas caídas em decomposição e matéria orgânica fornecem a maioria dos nutrientes, que são rapidamente absorvidos pelas plantas e árvores após entrarem no solo.

 

 

 

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