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Quarta-feira, 21 de Fevereiro de 2024
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Ministério Público investiga caso de gordofobia em creche pública de Nova Friburgo

Denúncia de discriminação contra criança de três anos gera investigação do MPRJ

Ministério Público investiga caso de gordofobia em creche pública de Nova Friburgo
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O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) está investigando um perturbador caso de discriminação e gordofobia praticado por professoras contra um menino de três anos em uma creche pública. O incidente ocorreu na Creche Municipal Leda Tavares, localizada na região serrana do Rio de Janeiro, e envolveu seis funcionárias, incluindo a diretora da escola.

A denúncia foi encaminhada à Promotoria pelo vereadora Priscila Pitta do partido Cidadania, após ter sido informada por três professoras e pela mãe da criança. De acordo com a denúncia, as funcionárias fizeram uma aposta sobre o peso da criança, em uma atitude claramente discriminatória. A criança foi retirada da sala de aula e pesada na cozinha da escola como parte da aposta.

Cada servidora apostou R$ 10 na aposta. A vencedora enviou uma mensagem cobrando o prêmio. A mãe da criança, que preferiu não se identificar, expressou sua indignação. "Você deixa seu filho na escola para ser cuidado, não para ele sofrer bullying, ser comparado, ser pesado como um boi, porque ele foi comparado a um boi, já que 'arroba' é uma medida para bois, não para uma criança", relatou.

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A Prefeitura de Nova Friburgo tomou medidas imediatas, afastando as educadoras envolvidas e iniciando um processo disciplinar para investigar o que foi descrito como "violência institucional por parte das servidoras". A diretora da creche renunciou ao cargo em resposta ao ocorrido.

O prefeito Johnny Maycon expressou repúdio ao caso e solicitou uma investigação completa dos fatos. Ele anunciou a abertura de um processo administrativo disciplinar para apurar o incidente e ordenou que uma cópia completa dos registros seja enviada ao Ministério Público para as devidas investigações criminais e relacionadas à infância e juventude.

A mãe da criança enfatizou a gravidade do incidente e expressou sua consternação diante do fato de que educadoras, responsáveis por cuidar e proteger, se envolveram em um ato de bullying e discriminação. O caso destaca a necessidade contínua de sensibilização e formação sobre igualdade e respeito dentro das instituições educacionais.

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