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Quarta-feira, 21 de Fevereiro de 2024
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Maio Laranja: campanha alerta para o combate à exploração sexual de crianças na internet

Além de crimes de abuso e exploração sexual, as fake news também são um problema na internet.

Maio Laranja: campanha alerta para o combate à exploração sexual de crianças na internet
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Dados preocupantes alertam para a crescente violência em ambientes virtuais e a facilidade com que crimes de abuso e exploração sexual podem atingir crianças e adolescentes no Brasil. Em 2022, foram registradas 111.929 denúncias de crimes envolvendo fotos e vídeos de violência sexual contra crianças no país, o que representa um aumento de 9,91% em relação ao ano anterior, de acordo com a associação civil SaferNet.

O uso massivo da internet por meio de celulares, tablets ou computadores tem sido um fator crítico. A pesquisa TIC Kids Online Brasil, realizada pelo CGI.br (Comitê Gestor da Internet no Brasil), revelou que 88% das crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos que usam a internet no país têm pelo menos um perfil nas redes sociais. Além disso, 78% dos entrevistados possuem smartphone e 53% acessam a internet pelo celular.

Para conscientizar pais, responsáveis e a sociedade sobre o enfrentamento e prevenção ao abuso e à violência sexual de crianças e adolescentes, a campanha Maio Laranja realiza uma ação de conscientização durante todo o mês. Em 2022, a campanha ocorre pela primeira vez através de uma lei federal aprovada no ano passado. A autoria do projeto na Câmara foi da então deputada Leandre Dal Ponte (PSD-PR), atual secretária da mulher e igualdade racial do estado do Paraná.

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Além de crimes de abuso e exploração sexual, as fake news também são um problema na internet. A disseminação de informações falsas pode prejudicar diversas áreas, como a saúde pública e política, além de causar problemas para a sociedade como um todo.

A utilização de deep fake, uma técnica de inteligência artificial que altera áudios e vídeos para assumir uma identidade falsa, é uma das maiores preocupações. Nesta situação, a pessoa desperta a confiança da vítima, que pensa ser real por conta das vídeo-chamadas que realiza com o outro.

O ambiente virtual é um dos principais locais onde ocorrem agressões contra crianças e adolescentes, segundo a Pesquisa Nacional da Situação de Violência Contra Crianças no Ambiente Doméstico, lançada pelo ChildFund Brasil, com o apoio da The LEGO Foundation.

Diante deste cenário, o ChildFund Internacional elaborou uma cartilha para prevenir o abuso e exploração sexual on-line de crianças e adolescentes. O documento, que estará disponível no site do ChildFund Brasil, contém orientações importantes para mães, pais, crianças e outros cuidadores, além de recomendações direcionadas às organizações.

A cartilha revela os perigos do “grooming” e do “sexting”. O primeiro termo se refere ao aliciamento de menores através da internet com o intuito de assediar ou abusar sexualmente da criança no ambiente virtual. Já o segundo está relacionado ao ato de filmar ou tirar fotografias de si próprio com conteúdo sexual, erótico ou pornográfico e enviar essas imagens ou vídeos a uma pessoa supostamente de confiança por celular ou outro dispositivo eletrônico.

 

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