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Sabado, 24 de Fevereiro de 2024
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Desastres climáticos já geraram mais de RS 8,3 bilhões de prejuízo em SC

Eventos climáticos extremos impactam o país, exigindo ações imediatas e planejamento estratégico da gestão pública

Desastres climáticos já geraram mais de RS 8,3 bilhões de prejuízo em SC
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O Brasil enfrenta uma crescente onda de desastres climáticos que, nos últimos tempos, têm causado prejuízos significativos e desafios para a gestão pública. Chuvas volumosas, ondas de calor, ciclones e secas têm afetado diversas regiões, demandando respostas imediatas e estratégias de longo prazo para minimizar danos.

De acordo com um levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Santa Catarina sofreu um prejuízo de R$ 8,3 bilhões nos últimos 10 anos devido a desastres climáticos. Esse dado destaca a urgência de se repensar e fortalecer medidas de prevenção e resposta a eventos extremos.

Gustavo Jota, mestre em Usabilidade e especialista em projeto integrado de produto, gestão de projetos e confiabilidade e análise de risco, ressalta que a agenda do clima tornou-se um desafio crucial para o poder público em todas as esferas. Essa preocupação vai além das discussões sobre emissão de carbono e políticas ESG, envolvendo agora o planejamento, priorização e ações imediatas diante de eventos climáticos cada vez mais frequentes.

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O especialista destaca que, historicamente, o mês de setembro marca o início de potenciais temporadas de eventos climáticos no Sul do Brasil. Ele aponta como exemplo o recente ciclone que atingiu o Rio Grande do Sul, resultando em alagamentos e perdas humanas.

"Não podemos perder a visão do risco crescente em todo o mundo. A existência de um risco não garante sua correta avaliação e busca por soluções. A percepção humana desempenha um papel fundamental na classificação da criticidade, tornando imperativo que os riscos se tornem prioridade em ações públicas e sociais", analisa Gustavo Jota.

Diante desse cenário, a discussão sobre a adaptação e mitigação dos impactos dos desastres climáticos torna-se mais urgente do que nunca, envolvendo não apenas especialistas, mas toda a sociedade na busca por soluções sustentáveis e resilientes para o futuro do país.

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